Alguém já parou para refletir na razão dos homossexuais, sobretudo masculinos, terem uma nomenclatura própria? Não fancha, falo de gays.
De acordo com meu raso conhecimento na língua inglesa, gay significa feliz. Tipo: "I'm feeling gay today!", sinto-me feliz hoje.
E se isso representar que os dotes de alegria não estão na sexualidade, tampouco na união estável; alguns, como eu, preferem ter um(a) parceiro(a) - que romântico -; já outros seguem a promiscuidade, e igualmente alegres estão - as vezes acho que até mais...
Por isso, concluí que ser feliz - no ponto de vista amoroso - não é ter alguém, comer alguém, pegar alguém; é, quiçá, abrir-se a si mesmo(a) e ser feliz com sua condição sexual.
Essa condição, na sociedade, está se tornando mais maleável, porém ainda há a premissa do heterossexualismo - entendível graças à reprodução, mas não justificável - que muitas vezes denigre a imagem do homossexual. Creio eu que os gays, lésbicas, viados, boiolas, ou qualquer outra forma de chamar - pejorativa, ou não - se mostram mais bem resolvidos, e alegres, por estarem bem consigo mesmo. Ainda que eu igualmente esteja bem resolvido, não passo pela mesma alegria dado meu estado civil, não de "solteiro", mas de "na merda".
Penso, também, que o gay em crise passa pela mesma complicação, aliás, tenho certeza, pois tenho vários amigos fanchas.
Hoje a realidade é outra: você é absolutamente ninguém. Tenha a sorte de amar a quem te ama, ou viva a vida procurando (o que pode ser, de veras, bem divertido).
No fim das contas, todos são bi's; uns praticam mais, outros menos. Uns atrofiaram um dos lados; outros estão bem no meio e outros mais tendenciosos.
Quer saber... eu tô tentando, e tá foda viu?
(16/Abril 18:46)
Nenhum comentário:
Postar um comentário