Panela de pressão pequena é a que explode mais rápido.
(João Pedro M. S.) - 25/Maio/2012
Homenagem a Gabrielle Dobbin.
terça-feira, 29 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
"Down"
Ficar pra baixo é fácil, a gravidade ajuda.
Quero ver se manter pra cima, sempre. Sempre alegre, não com sorriso falso na cara, sim poder passar pelas dificuldades, dividi-las com seus amigos e prontamente superar(-las/-se).
Questão de cinética: como usar a força que te puxa para baixo levando-a a impulsionar-te para cima?
Não sei responder, acho que precisa de muita prática, mas vejo que está dando certo. Nada externo e "supérfluo" pode afetar tua parte mais íntima, no máximo dar uma sacudida, mas nunca vai chegar ao miolo. Não deve ser a toa que um dos 32.428 apelidos de Capoeira que tenho seja João Sorrisão...
(João Pedro M. S. - 22 de Maio de 2012)
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
E fez-se o fim
Assinou-se hoje a certidão de óbito, o fim.
Talvez por presente de aniversário.
Finito.
(João Pedro M. S. 12/05/2012)
Talvez por presente de aniversário.
Finito.
(João Pedro M. S. 12/05/2012)
domingo, 6 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Fecho os olhos
Um mundo salpicado de entrelinhas
Que se esgueiram no vazio do
Universo da cabeça minha
Abro os olhos
Uma fala do tom de areia rasga o vão
Suave como o vento?
Não, feroz como um tufão.
Fecho os olhos
A voz cai no fundo de um pio
Fino fio dentro do grito
Grito dentro do fino fio
Abro os olhos
A voz calma me remete ao isolado
Aquela noite de universo por
Demais entusiasmado
Após ler "Contrários por Natureza" de Renata Boury:
Um mundo salpicado de entrelinhas
Que se esgueiram no vazio do
Universo da cabeça minha
Abro os olhos
Uma fala do tom de areia rasga o vão
Suave como o vento?
Não, feroz como um tufão.
Fecho os olhos
A voz cai no fundo de um pio
Fino fio dentro do grito
Grito dentro do fino fio
Abro os olhos
A voz calma me remete ao isolado
Aquela noite de universo por
Demais entusiasmado
- João Pedro M. S. (29/Abril 23:42)
Após ler "Contrários por Natureza" de Renata Boury:
domingo, 31 de outubro de 2010
Contrários por Natureza
Um mundo salpicado de estrelinhas
Que se esgueiram nas frestas do universo das mãos minhas
Abro os olhos
Uma folha da cor da areia toca o chão
Suave como o vento
Barulhenta como o vulcão
Fecho os olhos
Uma pedra cai no fundo do rio
Frio dentro do morno
Morno dentro do frio
Abro os olhos
O deserto claro reflete perolado
Aquela noite de universo por demais estrelado
Postado por Renata Boury.
Alguém já parou para refletir na razão dos homossexuais, sobretudo masculinos, terem uma nomenclatura própria? Não fancha, falo de gays.
De acordo com meu raso conhecimento na língua inglesa, gay significa feliz. Tipo: "I'm feeling gay today!", sinto-me feliz hoje.
E se isso representar que os dotes de alegria não estão na sexualidade, tampouco na união estável; alguns, como eu, preferem ter um(a) parceiro(a) - que romântico -; já outros seguem a promiscuidade, e igualmente alegres estão - as vezes acho que até mais...
Por isso, concluí que ser feliz - no ponto de vista amoroso - não é ter alguém, comer alguém, pegar alguém; é, quiçá, abrir-se a si mesmo(a) e ser feliz com sua condição sexual.
Essa condição, na sociedade, está se tornando mais maleável, porém ainda há a premissa do heterossexualismo - entendível graças à reprodução, mas não justificável - que muitas vezes denigre a imagem do homossexual. Creio eu que os gays, lésbicas, viados, boiolas, ou qualquer outra forma de chamar - pejorativa, ou não - se mostram mais bem resolvidos, e alegres, por estarem bem consigo mesmo. Ainda que eu igualmente esteja bem resolvido, não passo pela mesma alegria dado meu estado civil, não de "solteiro", mas de "na merda".
Penso, também, que o gay em crise passa pela mesma complicação, aliás, tenho certeza, pois tenho vários amigos fanchas.
Hoje a realidade é outra: você é absolutamente ninguém. Tenha a sorte de amar a quem te ama, ou viva a vida procurando (o que pode ser, de veras, bem divertido).
No fim das contas, todos são bi's; uns praticam mais, outros menos. Uns atrofiaram um dos lados; outros estão bem no meio e outros mais tendenciosos.
Quer saber... eu tô tentando, e tá foda viu?
(16/Abril 18:46)
E se acaso a arte já existe e o artista só a traduz?
A escultura já está lá, o artista só retira o excesso. O escritor já vê escrito, só traduz através da tinta; tal como o pintor. E assim se segue.
Até a luta: arte marcial, já está pronta, todos sabem os golpes e/ou movimentos, a sequência deles traduz a luta em si.
O escritor possui 26 letras, com elas, palavras, quase infinitas. Como usá-las ou selecioná-las? Sequenciá-las?
O pintor possui as cores. Faz suas misturas, e cria - ou traduz - aquilo que sente, vê ou está pronto.
Talvez, a arte, ela não exista.
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